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18 de Janeiro de 2018 às 12:38

Criminoso que roubava agências dos Correios é preso em Ponto Belo

Fonte: Gazeta Online

Marisnaldo Medina, de 46 anos, foi preso após ter foto divulgada como foragido no Gazeta Online

Um criminoso que participava de uma quadrilha que assaltava agências dos Correios foi preso na manhã desta quarta-feira (17), em Ponto Belo, na região Norte do Estado. No momento da abordagem, Marisnaldo Medina, de 46 anos, tentou fugir correndo para um mato, mas foi detido pelos policiais. O bandido era foragido da Justiça Federal.

Na matéria divulgada pelo Gazeta Online nesta terça-feira (16) sobre a prisão do líder da quadrilha em que Marisnaldo atuava tinha uma foto do criminoso indicando que ele era procurado pela polícia. Populares o reconheceram e o denunciaram pelo Disque 181.

A polícia foi até a residência onde o criminoso estava escondido. No momento da abordagem, Marisnaldo tentou fugir correndo para um mato, mas acabou detido. Ele foi encaminhado para a Delegacia de Montanha.

OS CRIMES

Rodolfo dos Santos Penna, 35, era considerado o “principal criminoso” que atacava agências dos Correios. Ele já tinha sido preso em janeiro do ano passado, mas teve liberdade condicional concedida pela Justiça Federal. Ele voltou a cometer os assaltos e foi preso novamente na Bahia, no município de Mucuri, na véspera de Natal. Ele usava um nome falso e estava com uma pistola calibre .380, com 16 munições, e de um veículo HB20 branco com numeração de chassi e motor adulteradas.

Durante interrogatório, o acusado confessou ter sido o líder dos roubos cometidos contra as agências dos Correios de Itarana (21/12/2016), Mucurici (06/01/2017), Santa Maria de Jetibá (17/01/2017), Santa Teresa (07/03/2017), Ibiraçu (23/03/2017), Afonso Cláudio (04/04/2017), São Domingos do Norte (02/05/2017), Irupi (30/05/2017), Pedro Canário (01/09/2017), Itaguaçu (21/09/2017) e Mantenópolis (06/11/2017). Marisnaldo, segundo a polícia, era um dos comparsas de Rodolfo.

Durante os crimes, o grupo criminoso, formado em média por três assaltantes liderados por Rodolfo, buscava sempre o dinheiro do Banco Postal. Rendiam os clientes e mandavam o gerente ou tesoureiro da agência abrir o cofre, mantendo funcionários e clientes sob vigilância, deixando claro que não queriam os pertences das vítimas.

Somando os onze assaltos, foram subtraídos mais de meio milhão de reais. Contudo, o prejuízo causado pela quadrilha supera R$ 1 milhão já que os Correios suportam diversos custos causados por esses crimes como a reposição de equipamentos danificados pelos assaltantes, acompanhamento psicológico dos funcionários, os gastos com a apuração administrativa do prejuízo e ações judiciais ajuizadas pelas vítimas.

Além disso, há o custo financeiro e social das agências permanecerem alguns dias fechadas para realização de perícia, as licenças médicas concedidas aos funcionários, bem como a queda de produtividade causada pelo trauma psicológico e receio de sofrer novos assaltos.


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